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15 de novembro de 2019

Next On acontece pela primeira vez em Bauru

Via: Divulgação/Next Bauru

 Acontece pela primeira vez em Bauru o Next On, no dia 1º de Dezembro, na Faculdades Integradas de Bauru (FIB). O evento tem o intuito de juntar os apreciadores da cultura pop, com foco na coreana e japonesa.         

 A programação começa às 9h da manhã e vai até às 20h, contando com campeonatos de jogos populares, como League Of Legends, Just Dance, FIFA 20, concursos de K-Pop, desfiles de cosplay, entre outras atividades dinâmicas.

 Também haverá lojas e áreas para alimentação. A entrada do evento é gratuita, os organizadores pedem apenas com a colaboração de 1 kg de alimento não perecível.

 Mais informações podem ser encontradas na página do evento no Facebook: Next Cultura Pop.

Confira as principais atrações culturais de Bauru

Nesse mês, Bauru oferece diversas opções de entretenimento. Para aqueles que ainda têm dúvida sobre o que fazer em feriados e finais de semana, o Printf News selecionou uma lista de atrações culturais para todos os tipos de bolsos, gostos e idades. Confira!

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Cinemas: Cinépolis (Boulevard Shopping Nações), Multiplex (Bauru Shopping) e Cine’n Fun (Alameda Quality Center).
Teatros: Teatro Municipal “Celina Lourdes Neves” e Anfiteatro Guilherme R. Ferraz “Guilhermão”.
Museus: Museu Histórico Municipal de Bauru, Museu da Imagem e do Som de Bauru, Museu Ferroviário Regional de Bauru e Museu do Café.




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Pontos turísticos: Parque Zoológico Municipal de Bauru, Reserva do Jardim Botânico Municipal de Bauru, Parque Vitória Régia, Bosque da Comunidade, Igreja Tenrikyo de Bauru e Praça da Paz.
Gastronomia: Bauru Shopping, Boulevard Shopping Nações, Alameda Quality Center, Villaggio Mall.
Clubes: SESC Bauru, Bauru Tênis Clube, Associação Luso Brasileira de Bauru, Esporte Clube Noroeste de Bauru, Clube Cultural Nipo Brasileiro de Bauru e AFPESP Bauru.

8 de novembro de 2019

México: A terra da morte vívida

Fonte: Wikipédia.org
O México, oficialmente conhecido como Estados Unidos Mexicanos, é localizado na América do Norte e um dos maiores países da América Latina. Tendo influência de diversas culturas ao longo do tempo, essa nação construiu uma das culturas mais ricas do mundo, com traços de povos nativos, europeus e diversos imigrantes. Conhecer mais sobre esse país é adentrar em um mundo cheio de festas, povos fascinantes e diversas celebrações, sejam elas tanto para a vida quanto para a morte.

Uma breve história do México
A história do México nos leva de volta à época das tribos pré-colombianas, que  desenvolveram fascinantes civilizações. As mais famosas são a dos Olmecas, Maias e Astecas. 

Os Astecas construíram grandes cidades, sendo Tenochtitlán a mais famosa delas. Nesse período também ocorreu a construção de diversos templos, pirâmides e centros urbanos. Após a conquista espanhola, Tenochtitlán deu origem à Cidade do México. 

Depois da chegada dos espanhóis, o México começou a se transformar. Com doenças trazidas da Europa, os nativos decresceram em população. Logo, a cultura hispânica foi difundida, assim como a religião Católica e a língua espanhola. 

Grande parte das tradições, arquitetura e identidade mexicanas foram criadas durante o período colonial. Desde então, o chamado território da “Nova Espanha” ganhou seu formato atual. 

Em 16 de setembro de 1810, o México se declarava independente e, após diversas revoluções e transições de poder, o Estado Mexicano se consolidou da forma como o conhecemos hoje.


Chichén Itzá, antiga cidade da civilização maia.
Imagem: Wikipedia.org


A cultura mexicana: religião, costumes e culinária

A cultura mexicana é resultado da integração da cultura espanhola à cultura pré-colombiana. Assim, os elementos linguísticos e religiosos foram impostos pelos colonizadores. A língua espanhola se tornou a mais difundida e o catolicismo também. No entanto, ainda estão presentes elementos nativos, como línguas indígenas, roupas e casas.

  Hoje, o catolicismo romano é a religião adotada pela maioria da população mexicana, cerca de 80%. Depois, aproximadamente 15% da população segue outros ritos cristãos. Apenas uma pequena fração dos mexicanos possui um culto não-cristão ou não possui religião.

A culinária mexicana também é um elemento fundamental da cultura desse país. Declarada como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, a cozinha do México apresenta uma enorme diversidade de ingredientes, temperos (que incluem as tradicionais pimentas) e receitas. 
Frida Kahlo, pintora Mexicana

Algumas das comidas tradicionais mexicanas incluem: Tortillas (massa feita à base de milho), Burrito (tortillas fechadas e recheadas), Taco (tortillas com formato de meia lua recheadas), Guacamole (purê de abacate com tomates, cebolas e temperos), Churros (massa frita polvilhada com açúcar e canela) e Tamales (massa de milho cozida e envolta em palha de milho).

Diversas personalidades mexicanas são muito presentes na história, como: Roberto Gómez Bolaños, ator do personagem “Chaves”; Frida Kahlo, artista e pintora; Miguel Hidalgo y Costilla, sacerdote responsável pelo início do processo de independência do México; Cantinflas, ator e comediante; entre muitos outros.

O Dia dos Mortos
A celebração do dia dos mortos é antiga, já acontecia até mesmo antes da chegada dos colonizadores no continente americano. Nesse período, era comum conservar crânios com o intuito de exibi-los como troféus durante os rituais do Dia dos Mortos, realizados por volta de agosto (o nono mês do calendário asteca).

O destaque da festa era a “A Dama da Morte”, divindade que teria inspirado a criação de “La Catrina”, caveira símbolo do evento atualmente. A personagem foi criada pelo cartunista José Guadalupe Posada, responsável pela consolidação da data no México. Suas obras são caracterizadas por imagens de caveiras atuando como pessoas comuns.

O prestígio dos crânios humanos na celebração é profunda e está presente desde a decoração até o vestuário. Algumas cidades organizam concursos de fantasia para eleger quem se veste melhor de “La Catrina”. Os mexicanos também lutam pelo título de quem faz o melhor Pan de Muerto, ou “Pão do Morto” - quitute que leva raspas de laranja, erva-doce e é enfeitado com caveiras. Outras receitas são caveiras de açúcar, usadas para decorar mesas, e doces de abóbora, mescal, frutas, tequila e sal.


Imagem do “Pan de Muertos”, citado anteriormente
Via Banderas News



Outro grande símbolo do Dia dos Mortos é a confecção dos altares. São mesas coloridas e adornadas com velas, alimentos e imagens. Eles servem para homenagear as almas já falecidas e devem incorporar também os elementos da natureza. 

Há imagens e papéis que se mexem com o vento, simbolizando a passagem dos mortos pelo lugar. A água fica à disposição dos mortos, com o objetivo de matar a sede. As frutas representam a terra e servem para matar a fome. Acredita-se que os defuntos percorrem um longo caminho até o mundo dos vivos. O fogo é exprimido pelas velas, uma dedicada a cada alma lembrada.

Desfile do Dia dos Mortos
Imagem via: BBC








1 de novembro de 2019

Crônica: Encontro com a Morte

Imagem: Google Imagens

No dia 28 de julho de 2012, ela se foi. Ela? Sim. Aquela que estava ao meu lado. Mas, dessa vez, não voltará. Quando a gente chega ao fim, eu não sei se existe um recomeço. O problema dela ir consiste no fato de que uma parte dentro do peito fica. Talvez morte ainda seja um termo muito amplo para um ser humano que, como diria Sócrates, busca a imortalidade.
Incrédulo sobre o ocorrido, dirigi-me ao velório consolado pela oportunidade de poder me despedir uma última vez. Chego ao local e todos rodeiam o caixão. Vejo lágrimas e as minhas também começam a escorrer. Está certo, não sei lidar com falecimentos, principalmente o dela. 
Ela, deitada, aparentava descansar. Mas, ao aproximar-me, percebo que não a encontro mais ali. Agora minha amada se trata de apenas um corpo. Não existe mais aquele riso e nem os olhos fadigados de tanto insistir na mesma luta: a pela vida.
Meus amigos mais próximos buscam me trazer consolo com frases típicas, as quais eles têm a confiança de serem as melhores a se utilizar no momento. “Meus sentimentos”, “Ela descansou”, “Nós somos egoístas de querermos que o outro fique aqui sofrendo”. Não discordo, entretanto as palavras apenas pairam sobre minha mente. É como se uma das peças do meu quebra-cabeça sumisse e, para evitar maiores transtornos, eu apenas aceitasse que está tudo bem em ser incompleto. E talvez esteja mesmo, posso ser a melhor versão de mim em um futuro distante.
Volto a minha casa, tento aceitar os fatos e dormir, afinal, desviar-se da realidade por algumas horas sempre funciona. Na verdade, funcionava. Vejo-a em tudo e em todos procurando preencher o vazio aberto em meio peito. 
Nos meus sonhos, ainda tenho uma companheira. Deixo a noite passar, meus pensamentos vão de um lado para o outro, sempre em círculos, um ciclo vicioso de dor, um labirinto de sofrimento. As estrelas brilham no céu e a lua está desaparecendo aos poucos na imensidão. Quando eu era criança, disseram-me que quando morremos viramos mais um desses corpos luminosos, o novo para mim é o fato do espaço não se tratar de galáxias, universos… e sim, de pessoas. Como diria a rosa do Pequeno Príncipe, somos responsáveis por aquilo que cativamos.
Algumas horas depois, o sol dá seus primeiros indícios de um novo dia. Faço um café, o enterro será daqui 50 minutos. Coloco a roupa do nosso primeiro encontro para usar no último. Penteio o cabelo e dou-me conta de que já sou um homem de meia idade. Tranco as portas de casa e entro no carro, direto para o cemitério agora. Ao chegar, vejo flores em tudo e penso que elas são uma das maiores sátiras do homem, deixar de presenteá-las aos vivos para dar aos mortos.
O corpo está sendo trazido pelos agentes da funerária, peço para fazerem o trabalho da forma mais breve possível. Não entendo o porquê desse sono tão profundo, amada. Eles abrem a cova, as lágrimas escorrem novamente por minha pele, o caixão é fechado e colocado em seu devido lugar, agora o amor cumprirá o ciclo da vida, corroído por traças. Os homens já começam a trabalhar para finalizar o processo.
Tudo já estava terminado por volta do meio-dia. Penso em voltar para casa e almoçar, mas não encontro vontade no meu ser o suficiente de modo a concretizar tal ato. Necessito recomeçar. Às vezes, nossas relações não são feitas para durar e sim, para existir.
Talvez eu beba um café de novo.

22 de agosto de 2019

Poesia: Perder não é uma opção


Perder não é uma opção,
Vencer não passa de obrigação,

Essas são as regras do nosso tempo
Do nosso mundo.

Rejeitamos o novo,

Fuzilamos o diferente,

Asfixiamos o verdadeiro,

E exaltamos o enganoso.

“Você quer sobreviver?”

Então essas são as regras,

Se molde aos padrões,

Aqui todos somos iguais,

Nem pense em se rebelar,

O inovador nessas terras,

Não passa de uma noite.

Se você é diferente,criativo ou genial,

Por favor se retire,

Não gostamos de pessoas assim.

Ah,e não se esqueça de ser falso,

Somos alérgicos a sinceridade.

A partir de agora você não é mais humano,

É uma máquina,

Está me ouvindo?

Dura e impassível,

Se não quer deixar os sentimentos para trás,

Fuja! Ainda dá tempo.

Esse é o nosso lema,

Não seja,tenha

Não sinta,finja

Não elogie,critique

Não perdoe,odeie,

E se quer se dar bem,

não esqueça de fazer de pequenas coisas um espetáculo,

Aqui somos movidos por shows,

Os holofotes nos alimentam,

Não se preocupe se machucar alguém,

Se chamar atenção já basta,

Afinal não nos importamos de verdadade.

“Sentimentos? Lágrimas? Amor?

Que isso?

Você está louco?

Esqueça todas essas baboseiras,

Entre nesse novo mundo,

E veja com os seus próprios olhos como evoluímos e nos fortalecemos,

É incrível não é?”

8 de agosto de 2019

Spirit day : evento reúne apresentações de dança, teatro e música dos alunos CTI

Na próxima terça-feira (13) de manhã, acontece o Spirit Day no Colégio Técnico Industrial (CTI) de Bauru. No lugar de aulas tradicionais, os alunos irão exibir e assistir apresentações de dança, teatro e música. Ao final, a banca de jurados formada pelos professores escolhe uma turma vencedora.

O Spirit Day é realizado uma vez por ano e tem como objetivo proporcionar um dia de diversão e aprendizado para os alunos. A cada ano, os professores escolhem um tema no qual os alunos devem se basear para criar suas apresentações.

O tema de 2019 é “A Cultura Popular Americana”, englobando aspectos da cultura de todo continente americano, de norte a sul. Assista às apresentações dos anos anteriores clicando aqui


Origem do evento
O evento faz referência ao dia da conscientização LGBTQ+, criado em 2010 pela canadense Brittany McMillan, celebrado na terceira quinta-feira do mês de outubro. O nome vem da faixa roxa da bandeira do arco-íris, cujo criador definiu como “representando espírito”. O Spirit Day foi idealizado em resposta à uma onda de suicídios de estudantes gays no mesmo ano. Os participantes costumam usar a cor roxa como sinal visível do apoio que oferecem aos jovens LGBTQ+ e à luta contra o bullying.

Para saber mais sobre o evento, nossa equipe entrevistou a professora Sociologia e Artes, Maria Cornélia, responsável pelo evento. Confira!

Entrevista

Printfnews: De onde veio a ideia de trazer o Spirit Day para a escola?

Maria Cornélia: A primeira professora de inglês do colégio, Mariângela de Almeida Garcia, começou a trabalhar o tema com as salas que ela ministrava aulas e percebeu que os outros alunos da escola também queriam trabalhar. Como não lecionava em todas as salas, ela conseguiu fazer com que o Spirit Day fizesse parte dos eventos do colégio.

Ao aposentar, a professora deixou a ideia do evento para o professor Denis Almeida Ribeiro. Mesmo sem uma comissão organizadora, somente com voluntários, ele conseguiu prosseguir com a ideia e o contexto real o Spirit Day.

Já tivemos vários temas: Biodiversidade, Culturas Americanas e Brasileiras e Curiosidades de países. Incluído no calendário escolar e com uma comissão organizadora, o Spirit Day se tornou um evento cultural para estudos aprofundados sobre esses temas. Depois da aposentadoria do professor Denis, o evento mudou: eram realizados desfiles com fantasias temáticas.

Hoje, o evento está mais parecido com a proposta inicial da professora Mariângela. Não é só mais um evento de inglês. Ele tem um histórico e, depois de estudos e por meio da linguagem artística, os alunos elaboram apresentações, momentos culturais e comidas temáticas.

PN: O que o Spirit Day acrescenta ao Colégio e aos alunos que participam?

MC: O objetivo é que os alunos, a partir do tema escolhido, pesquisem o tema e o transformem em uma apresentação, sem perder o contexto do tema. Eu sinto que os alunos gostam, estudam o tema, dedicam-se nas apresentações e cenário. Posso dizer que são artistas natos. Sinto também que há muito empenho em fazer melhor que o outro, apresentar-se lindamente.

PN: Qual parte do Spirit Day você mais gosta e por quê?

MC: Eu admiro como eles estudam sobre o tema e a dedicação. Mas, a parte que eu mais gosto são as apresentações, quando vemos o resultado do empenho dos alunos, dedicação, criatividade e a forma de entrosamento entre eles. Tenho maior orgulho quando assisto às apresentações.

PN: Como é o processo de seleção do tema?

MC: As professoras da Comissão se reúnem e, de acordo com as ideias que surgem e bom senso, é escolhido o tema. Geralmente, é um tema que dê ideias para os alunos elaborarem algo.

PN: Qual é o objetivo do tema desse ano?

MC: Trabalhar as culturas dos países que formam as três Américas (Norte, Central e Sul).

PN: Quais são os critérios para ser o vencedor?

MC: São sete jurados que julgam e pontuam, em até 30 pontos, os seguintes critérios:
  • Enredo adequado ao tema;
  • Tempo de execução;
  • Originalidade e criatividade;
  • Figurino e cenário
  • Evolução.


PN: Quem faz parte da Comissão Organizadora?

MC: Os professores e funcionários que participam da comissão são:
  • Daniela - Coordenadora do Ensino Médio;
  • Adriana - Presidente da Comissão;
  • Astor - Ajudante de palco;
  • Flávio – Apresentador;
  • Lismaria – Comida;
  • Viviani – Comida;
  • M. Cornélia – Decoração do palco;
  • José Ricardo – Som;
  • Cláudio do ASA (Assistente Suporte Acadêmico) - Som


         

7 de agosto de 2019

Enigma - Jack na Cela



Jack foi detido em uma prisão. Sua cela tem chão de terra e uma janela localizada numa altura que ele não pode alcançar. Na cela não existe nada além de uma pá. Está fazendo muito calor e Jack não tem água nem comida. Sendo assim, ele tem apenas dois dias para fugir, senão morre.

Como Jack poderia escapar da prisão, sendo que cavar um túnel não é uma opção, visto que isso levaria mais de dois dias?

Responda nos comentários! A resposta sairá em breve, fique atento!